Há um local que há muitos anos tinha vontade de visitar. Experimentar. Um spa do Bali, que reúne algumas características que me atraem. O ambiente oriental, o requinte, o erotismo… Por uma razão ou outra nunca se tornou possível. Ficou sempre a ideia, a vontade…

spa

Quando fiz anos surpreendeste-me. Duas vezes.

Primeiro a surpresa do presente de aniversário. Uma massagem thai no tal spa.

Depois, porque te quiseste juntar a mim nessa viagem. E não só juntar a mim… juntar a mim no modo que me atraía e que… me excitava. E que excitou ainda mais por perceber que a ideia também te excitava a ti… Iríamos ambos experienciar uma massagem sensitiva, em casal, dada por duas terapeutas… duas mulheres.

Dei por mim a lembrar como aconteceu…

Liguei a marcar. Quando te fui buscar a casa no dia, mostravas algum nervosismo. Pelo desconhecido, pela antecipação, pela novidade. Mas também alguma excitação a crescer…

Chegámos uns minutos antes da hora. Uma entrada discreta, perdida no meio das outras entradas. Toquei à campaínha e a porta abre-se para um hall, onde esperamos.

Começa aí a imponência. Um ambiente e uma decoração cuidadas a apontar para os estilos da Tailândia e do Bali. Uma grande porta em madeira, qual entrada para um templo.

A porta abre-se e somos atendidos por uma jovem, simpática, acolhedora. Tirei-lhe as medidas e sei que também o fizeste. Uma morena, elegante, sorriso doce, envolvida num tradicional “pareo”. Cabelo preto liso, comprido. Peito pequeno, mas atraente. Corpo atraente. Não é particularmente bonita mas é algo exótica, que no conjunto lhe dá uma sensualidade muito interessante.

Educadamente cumprimenta-nos com dois beijos e nos dá as boas vindas. Passamos a “porta do templo” e a vista regala-se com um corredor largo, com várias portas a dar para salas fechadas, e a decoração não desilude. Luz ténue e agradável. Requinte. Somos conduzidos a uma pequena sala de espera, logo na entrada. De novo a decoração a sobressair…

Depois de validar o voucher, a jovem, que se apresenta como Mara,  pergunta-nos se temos alguma questão e esclarece as regras (além de só não podermos tocar na  tanga das terapeutas e que elas só irão até onde quisermos ir… não há regras…). Sai por um pouco e regressa com uma colega. Com a mesma simpatia, a Anita apresenta-se e cumprimenta-nos. Parece disfarçar um pouco de timidez…

A Anita era algo diferente da Mara. Um pouco menos elegante, o que há partida não me atrai tanto. Pele branca, cabelo claro, o rosto a quase fazer lembrar uma mulher de leste. Interessante no geral, mas por comparação a morena Mara cativou-me mais. Tem no entanto uma outra diferença. As mamas. Maiores. Sei da tua curiosidade em sentir e apalpar as mamas grandes de uma mulher e não duvido que para ti, a Anita te atrai mais…

Somos conduzidos por ambos a uma sala. A Mara claramente a “comandar”. Ao passar por algumas portas, sentimos que elas dão alguns pequenos estalidos com as mãos. Percebemos mais tarde que é um sinal para outras colegas dentro das salas saberem que há movimento no corredor e não saírem, garantindo a privacidade dos clientes.

Chegamos à sala (requintada e fantástica, como era esperado). Mostram-nos o ambiente, as toalhas à disposição, os produtos à disposição para um duche inicial, e tudo o mais necessário. Dois tatamis lado a lado, à nossa espera. Um espelho em frente aos tatamis, uma pequena banheira/piscina para outros tipos de massagens, a luz, a música, as cores, a decoração…

Regressam assim que estivermos prontos.

Elas saem. Nós, damos um abraço e sorrimos. Olhamos em volta e “tiramos as medidas” à sala. Tudo é agradável, relaxante, pacífico. O mundo lá fora deixa, por momentos, deixa de existir.

Despimo-nos e vamos para o duche. Trocamos carícias. Eu dou-te banho e tu dás-me banho. Abraçamo-nos de novo.

Estamos secos, nús, preparados, vamos para os tatamis onde um “pareo” aguarda em cima de cada. Seguindo as indicações que nos deu a Mara, enrolamo-lo à cintura e deitamo-nos de barriga para baixo, depois dos 2 toques na porta a avisar que estamos prontos.

Vai começar…

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