Olhamos um para o outro ainda deitados, e sorrimos…

Chegaste-te perto de mim… vinhas com um ar… excitado… os olhos vidrados… com desejo… com desejo e com vontade de satisfazer esse desejo… decidida… excitada… disseste-me “Quero-te!”, beijaste-me… lambeste-me… vieste para cima de mim… estranhamente ou não voltei a ficar logo duro… de novo. De novo, tinha uma mulher nua sentada em cima de mim, mas agora sem tanga… a sério… puseste-me dentro de ti e enterrei-me… todo… segurei-te e apalpei-te as mamas, as pernas, o cú… puxei-te para mim… e montaste-me… e fodemos. Mudamos de posição e pus-te de quatro… e enterrei-me de novo em ti… e fodemos… e vi-te no espelho, vi-nos no espelho…

spoon

No final ainda ficamos um pouco deitados no tatami, abraçados. Um pouco depois, voltamos ao duche, a vestir, a preparar para sair, a voltar à realidade.

Demos sinal e as meninas vieram-nos buscar e acompanhar à porta. Cumprimentamos-nos de novo com 2 beijos, com um sorriso e simpatia. E saímos.

Acabamos por ir para uma esplanada, conversar, partilhar lembranças, trocar “cromos”…

“Quando a vi tocar-te assim gostei.”, “Quanto te vi tocar-lhe excitou-me”, “Gostei de lhe apalpar as mamas, mas gostei mais da Mara”, “Apeteceu-me beijá-la”, “Quando a vi de costas em  cima de ti apeteceu-me juntar-me a vocês”…

Foi um fim de tarde fantástico. Por várias razões parece que não aconteceu. Mas aconteceu. Foi quase mágico, quase fantasia. Um turbilhão de sensações… e uma sensação de paz. Por elas, principalmente pela Mara, que acabamos por concordar se sobressaiu e foi quem fez a diferença, pela sensualidade, pelos movimentos, pela imaginação, pela entrega e simpatia. Pelo seu modo doce e calmo de falar, de sorrir com um carinho e sem malícia que torna tudo inocente, sem pecado, puramente dedicado a sentir e esquecer as convenções da sociedade. Mas também por ti. Pela tua cumplicidade, pela entrega, pela intimidade em partilhar algo de igual para igual, sentindo, usufruindo, procurando o prazer que estavas a desejar e de novo, sem deixar as convenções da sociedade interferir onde não tinham de interferir… apenas usufruir das sensações num ambiente fora da realidade… mas que aconteceu.

Foi, senão o melhor, garantidamente um dos melhores presentes que recebi em toda a minha vida.

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