Tinha-te prometido que te ia fazer um jantar. E foi nesse dia. A única coisa que te incumbi de fazer foi vestires a roupa que escolhi… saia preta estilo executiva, camisa branca, meias pretas transparentes de ligas, tacão alto e… sem cuecas. E assim foi…

Quando chegaste a casa, a porta da sala estava fechada, mas eu sabia que ao passares para os quartos irias ver pelo vidro da outra porta. A mesa estava posta. Uma toalha preta. Dois lugares, um a cada cabeceira. Dois conjuntos de marcador, prato, prato de sobremesa, dispostos com cuidado e requinte. Copo de titable-setting-suppermannto e copo de água. Talheres e guardanapo milimetricamente dispostos.  Ao centro uma pequena taça com água e algumas pequenas rosas a boiar. Um cesto de pão. Um decanter com o vinho a respirar… E velas… duas na mesa antes e depois da rosas… três na garrafeira (ao que parece tem de ser ímpar).

Vim ter contigo à porta da cozinha e não te deixei entrar. Beijei-te ao de leve a deixar-te a querer mais. Disse-te “vai-te arranjar… está quase pronto.”

Saíste com um sorriso intrigado e de antecipação. Ao passares para o quarto não pudeste deixar de olhar pela porta de vidro a ver a mesa e a imaginar o que se seguiria. Pareceste gostar do que viste…

Entretanto, dei-te tempo para o banho e meti as entradas no forno. Quando apareceste quem se admirou fui eu. A roupa foi a que eu escolhi. E tinha razão, assentava-te bem. Ficas elegante de tacão alto. E sabes usá-los, sabes mexer-te. Gostei do pormenor do penteado. Cabelo todo liso, puxado e amarrado em rabo de cavalo… vai dar jeito quando to puxar…

Conduzi-te ao teu lado da mesa, puxei-te a cadeira e sentei-te. Por trás, baixei-me para te cheirar o pescoço, onde dei um beijo. Peguei nos dois pratos pequenos e saí para a cozinha. Voltei pouco tempo depois com as entradas. Queijo chévre feito no forno em cima de uma rodela de pão, servido numa cama de rúcula temperada e coberto com um fio de mel. Pousei o meu prato e fui-te servir. Por trás, pousei o prato à tua frente… olhaste admirada para o prato e depois para cima, para mim. Beijei-te os lábios… pus as mãos nos teus ombros… desci-as pelos teus braços… pela cintura… pela saia a tocar o exterior das coxas até onde a mesa me permitiu ir, voltei a subir juntando as mãos e sentindo-te as mamas… apalpando-te as mamas… e deixei. “Bom apetite.”, disse eu. E fui para o meu lugar. Ficaste a querer mais…

Elogiaste a entrada. Entretanto, servi-te um copo de vinho, que saboreamos. Levantei os pratos e voltei à cozinha. Regressei com uma travessa de vidro que coloquei mais do teu lado. “Andaste-me a enganar e tiraste um curso de culinária?”, perguntaste. É interessante o “brilharete” que se consegue fazer com uma ou duas receitas simples tiradas da internet. Andavas há algum tempo a falar em ameijoas e procurei umas receitas. Fiz uma espécie de ameijoa à ‘bulhão pato’ alterada. As ameijoas eram japonesas, havia tiras de bacon e mais umas iguarias. Simples, mas a encher o olho… Servi-te o prato, servi-te o copo, servi-me a mim e deixei a travessa perto. Sei que gostas de ir molhando o pão. Eu cá por mim ia pensando em ti molhada e onde me ia molhar a seguir…

Foi uma refeição calma, interessante, sem pressas… a selecção de música ambiente ficou agradável, quase despercebida mas a fazer a diferença. A conversa foi boa. Chegamos à sobremesa…

Levantei-me e dirigi-me a ti. Peguei no teu copo de vinho, bebi um golo e beijei-te… e bebeste do vinho da minha boca. Pousei o copo e puxei-te a cadeira para o lado, para me dar espaço… ajoelhei-me à tua frente, desapertei-te os botões da camisa… Gosto do soutien… renda, preto, sensual. Levantei-o. Que par de mamas! agarrei-as com as duas mãos e meti um mamilo na boca. Sem pressa… Gemeste um pouco… arqueaste… Voltei a pegar no copo e dei mais um golo… voltei a chupar-te… verti um pouco de vinho nos mamilos e lambi-os todos… umas vezes sem pressa outras com mais intensidade comi-te as mamas… apalpei-te… chupei-te os bicos… lambi-os… provoquei-te com a língua na ponta… olhei-nos olhos enquanto com toda a língua te lambia de baixo até cima quase a levantar-te a mama e a lamber o mamilo…

A esta altura, já te sentavas quase na beira da cadeira com uma perna meio levantada, mas pus-te as mãos por trás do cú e puxei-te para a ponta. meti as duas mãos pelo meio das pernas e abri-tas. Gosto de sentir o contraste da pele, da liga elástica das meias… e descer pela perna a sentir a meia… e com a mão por baixo do joelho levantar-te a perna… lamber-te a parte de trás da coxa… a trincar, segurar-te no calcanhar e comer-te a perna… e a outra…

Voltei a meter-te as mãos pelo meio das pernas… e a subir-te a saia para ficares toda à minha disposição… e sentado no chão com as tuas pernas nos meus ombros, as mãos no teu cu, a puxar-te pra mim, fui lambendo o interior de uma coxa… aproximando-me mesmo do meio… chegando perto… expirando para cima da racha e passando para a outra… subindo em direcção ao joelho… e voltando… e expirando… e passando… e… não, volto atrás e enterro a boca na tua côna… a lingua empurra-se debaixo, passando dentro de ti e forçando-se a subir… a lamber o clitóris… os meus lábios a chuparem os teus… a brincarem com o clitóris… a chupá-lo… a segurá-lo entre os lábios…

Contorces-te… as pernas mexem-se nos meus ombros… uma mão sobe para te apalpar as mamas… outra entra em ti… arqueias-te de novo… as duas mãos nas tuas mamas… a apalparem-te… uma mão a voltar a descer… a voltar a foder-te com os dedos… a boca a lamber-te… a chupar-te… e vens-te… apertas-me os dedos… contorces-te… gemes…

Levanto-me e pareces meio exausta… mas pareces só… apressas-te a desapertar-me o cinto… baixas-me as calças enquanto olhas para cima, para mim… sentes-me o pau… sente-lo com a boca… tiras-me os boxers e mete-lo na boca… Ah… como tu chupas… seguras-me o pau com uma mão… e com a boca… seguras-me as bolas com a outra mão… massajas… sentes… apalpas… Pôrra… tou tão duro… tiras a boca, lambes desde baixo… chupas a ponta… ponho um pé em cima da beira da cadeira… lambes-me por baixo dos tomates… lambes-mos… lambes de novo o pau… mete-lo na boca… fodo-te… não… fodes-me com a boca… tou a segurar-te a cabeça… sim… o rabo de cavalo vai dar jeito…

Tiro-te… ponho em pé, tiro-te a saia e a camisa… afasto a louça… sento-te na beira da mesa… pernas apoiadas nos meus braços… chego-me perto de ti e enterro-to de uma só vez… gemes… apoias-te nas mãos… tiro e meto… fodo-te… beijo-te e não páro… como-te… seguro-te uma perna… a outra no meu ombro… apalpo-te as mamas… e saio… ponho-te em pé e viro-te… ou viras-te… não sei quem se mexeu primeiro… seguro-te pelos pulsos, braços abertos… e debruço-te… ficas deitada na mesa… apoiada com as mamas espalmadas… gemes pela contraste do frio e por eu estar por trás de ti… debruçada na mesa, pernas meio afastadas… e volto a meter-to… volto a meter de uma só vez… voltas a gemer… seguro-te nas ancas… e fodo-te… seguro-te as duas mamas e puxo-te pra mim… seguro-te pelo rabo de cavalo e puxo… sobes a cabeça e gemes… “Mete! Mete mais!”, pedes… e meto… tu pedes mais… “Puta”, chamo-te … gemes e pedes para chamar de novo… sabia que ias gostar… puxo-te o rabo de cavalo e viro-te a cabeça meio de lado… o espelho na garrafeira ao lado mostra-nos aos dois… tu debruçada… braços esticados e afastados… pernas meio afastadas… eu a montar-te… a puxar-te pelo cabelo… a foder-te… vou-me vir e debruço-me um pouco sobre ti… e venho-me… quase encostado… caio por cima de ti… ambos quase a desfalecer… mas levantamo-nos e abraçamo-nos… “Gostaste do jantar?”

Portaste-te bem ao jantar… uma Lady na mesa… e porque não chegamos à cama… na mesa uma Puta…

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