Era sexta-feira à noite. Fomos para a cama cedo. Estávamos um pouco cansados e eu acabei por adormecer primeiro.

Acordo a meio da noite, meio estremunhado. Estava escuro e a pouca luz vinha da rua pela persiana semi-aberta. Vejo que estás atravessada na cama, debruçada sobre mim, com um sorriso matreiro. Antes de abrir direito os olhos totalmente e sequer perceber o que se passa, pões-te por cima de mim. Semi-nua, ajoelhada na cama por cima da minha cabeça, montas-me e enterras-te na minha boca. Não me dás tempo de reagir, apenas de te comer.

Ponho as dodson2-4903_0mãos à tua volta, nas tuas pernas dobradas, e no teu cú. Abro-te e como-te. Quase de seguida deitas-te e começas a chupar-me. Vestes uma camisola larga que não chegaste a tirar, mas estás nua por baixo. Enquanto te chupo procuro as tuas mamas e apalpo-tas. Volto a apalpar-te o cu, a abrir-te pra mim…

Metes-me todo na tua boca. E tiras. Lambes-me. Sempre gostaste de me chupar. E sabes bem como. Mas sempre tiveste alguma dificuldade em o fazer quando te chupo ao mesmo tempo. E gosto de te dar essa dificuldade… gosto de te fazer gemer… de te tirar a concentração porque estás a sentir-me… a sentir a minha língua no teu clítoris.. a lamber-te, a chupar-te, a foder-te com a língua, com os dedos… gosto que tenhas de parar o que estás a fazer porque estás tão excitada que não consegues continuar. Consigo ver-te a tirar o pai da boca e a pores a cabeça de lado enquanto o apertas na mão e gemes a reagir à minha boca.

Meto-te a língua toda até onde consigo. Lambo-te devagar e de uma só vez desde a entrada até acima. Volto a fazê-lo. Com os dedos abro-te e exponho o clítoris. Lambo-o com a ponta da língua… seguro-o com os lábios… brinco com ele… chupo-o e com a língua lambo à volta, ora lento ora mais depressa. Às vezes sinto-te a chupar-me de novo, e outras vezes a parar… mas nunca o largas e sabe bem a tua mão a segurá-lo. Às vezes volto a apalpar-te as mamas.. e o cú.. e não páro de te chupar.. meto um dedo, depois dois… depois vou tirando e metendo sem parar de te chupar… depois acelero… contorces-te e começo a foder-te com os dedos… cada vez mais rápido… as tuas andas reagem e montas-me… e começas a chupar-me também mais rápido e a foder-me com a boca… às vezes tens de parar, pelo que te estou a fazer mas voltas logo de seguida… sinto-te toda a contrair… acabas por te vir… acabas por me fazer vir… venho-me na tua boca e chupas-me todo… quase colapsas por cima de mim, mas ficas um bom bocado a usufruir do meu pau… a lamber-me devagar, sem pressa… a beijar…

Acabamos por ficar por ali e não fazer mais nada e fomos mesmo dormir, abraçados. Gostei de ter comer, gostei que me tivesses comido. Mas gostei principalmente da surpresa. Desde que abri os olhos e mal te sentaste em cima de mim, não paramos… não pensei… senti… sentimos… com fome, instinto e intensidade. Agimos e reagimos… mas lembro-me de numa fracção de segundo ter pensado a certa altura “estou a sonhar ou acordado?”.

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