Quando naquela noite vesti o pijama, não imaginava que o iria tirar…

Estava sozinho em casa, a vaguear pelas redes sociais, sentado no sofá. Por volta da meia noite, começamos a trocar mensagens, como tantas vezes o fizemos. Já estavas na cama deitada. Já não me lembro bem o que começamos a falar, mas a certa altura a coisa apimentou. Começamos num vai-vem de provocações e respostas e imagens, enviadas e mentais… e a reagir a essas provocações e a essas imagens… começou a ficar calor… começamos a dizer o que faríamos… já te comia… já me chupavas… fodia-te… comias-me… e o desejo foi aumentando… confesso que te fui provocando de propósito… a despertar-te o desejo… sei que já noutra altura tinhas dito que não querias mais, mas quis-te provocar… quis levar-te a desejar… a querer-me… como diz a velha frase “não vou fazer nada que não queiras. só vou provocar-te até quereres.”… e surpreendi-me… com o teu desejo… com a tua fome… estavas tão excitada… como gosto de te ver assim! e eu além de excitado, ainda fiquei mais pelo teu desejo.

Começaste a não aguentar mais… a querer… a querer-me… e eu queria-te… ah, se queria… estavas impaciente e quase me deste um ultimato… ou eu ia ter contigo ou vinhas ter comigo… e vieste. Passava já das duas da manhã… continuamos a trocar mensagens pelo caminho e passado pouco tempo estavas aqui… abri-te a porta e agarrámo-nos… como se o amanhã já não existisse… beijámo-nos, apalpámo-nos… meti-te as mãos por dentro da camisola e apalpei-te as mamas… não trazias soutien… excitou-me… beijei-as… chupei-as… apalpaste-me o pau por cima das calças… duro… viemos para o sofá e sentei-me… debruçaste-te para me beijar e depois tiraste a camisola… belas mamas… e ajoelhaste-te… tiraste-me as calças e chupaste-me… foda-se como tu chupas… e como tu chupas quando estás com vontade… porra… tão bom…

Levantei-te e tirei-te as calças… sem cuecas, gosto… atirei-te pro sofá… beijei-te… levantei-te as pernas e meti-me em ti… entrei todo de uma vez… como eu gosto… como tu gostas… e gemeste… e fodi-te… forte… enquanto entrava e saía de ti ia-te beijando, vicapalpando as mamas, beijando… estávamos tão excitados… tão intenso… vim-me… e empurrei-me todo para dentro de ti… o meu pau a latejar… a contrair-se… tu a contraires-te… a apertar-me o pau dentro de ti… beijei-te… segurei-te as mamas… tinhas as pernas nos meus braços… toda aberta para mim… e recomecei… primeiro devagar, a entrar e a sair… depois mais rápido… a tua respiração voltou a ficar forte… olhámo-nos nos olhos… cheios de excitação… ias dizendo coisas… ias gemendo… excitada… “dá-me… dá-me todo”… “ah… como é que ainda tens isso tudo?!”… “ah…. foda-se”… “fode-me!”… e continuei a foder-te…

Continuamos assim por um bom bocado… acho que nunca estive tanto tempo seguido dentro de ti… quando paramos parecias um misto de esgotada com hipnotizada… que foda!… depois voltaste a vestir-te e foste embora…

Excitam-me estes instintos primários… selvagens… a busca por aplacar o desejo… espontâneo… com pressa… sem culpa… só vontade…

Se não tivesses vindo ter comigo… eu teria ido ter contigo…

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